Novo normal?

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Miriam Gimenes

Uma das principais mudanças que a pandemia causada pelo novo coronavírus trouxe foi em relação à educação. As escolas, que inicialmente teriam de ficar fechadas por apenas duas semanas, já estão há quase sete meses se adaptando a este tal de ‘novo normal’. E a pergunta que se faz, tanto quem tem filho em idade escolar como quem leciona é: qual será o futuro da educação? 

A fim de elucidar um pouco a discussão – inclusive por esta edição conter o Anuário de Escolas –, o professor de pedagogia e doutor e mestre em educação da USCS, Rodinei Pereira, analisa a situação e detalha o que esperar das escolas nos próximos anos. “Não podemos negar que essa dura experiência que estamos vivendo já vem deixando marcas, porque estamos lidando com a possibilidade do adoecimento e da morte, cotidianamente. Esse é o contexto das duras lições que temos aprendido. Para a educação, entre essas duras lições, temos aprendido que o ensino presencial tem um valor inestimável”, diz.  É muito importante a leitura da entrevista feita pela repórter Vanessa Soares, até para entender como essa realidade escancarou, principalmente no setor, a desigualdade em que vivemos.

Confira também a importância do trabalho emocional nas escolas – até com a ajuda da meditação – e de que maneiras tem de se influenciar as crianças para que, no futuro, a desinformação seja atenuada. Isso porque pesquisa recém-lançada, Retratos da Leitura no Brasil, feita pelo Instituto Pró-Livro e Itaú Cultural, mostrou que, na contramão dos adultos, que têm lido menos, as crianças despontam como esperança no mundo literário. 

E para brindar a edição especial, a mãe e atriz Isis Valverde, que levanta o alerta de se valorizar o tempo presente, as belezas da natureza – algo bastante atual – e também fala de sua Ritinha, no ar em A Força do Querer. 

Miriam Gimenes

 

 



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