Facas afiadas

Envie para um(a) amigo(a) Imprimir Comentar A- A A+

Compartilhe:

Vinícius Castelli

 Dono da cozinha mais conhecida do Brasil, o MasterChef nem bem esfriou seus fornos – no dia 22 teve final recorde de audiência do ‘amadores’ com a vitória de Michele em cima de Deborah – e, hoje, a partir das 22h30, abre novamente suas portas na Band. Vai começar a segunda temporada da edição para profissionais. Em 2016, a vencedora foi Dayse Paparoto. Os chefs Henrique Fogaça, Paola Carosella e Erick Jacquin, ao lado da apresentadora Ana Paula Padrão, recebem 16 participantes de todo o País para mais uma disputa ao longo de 14 capítulos, no ar sempre às terças-feiras.

Segundo Patricio Díaz, diretor do programa, as provas de serviço terão menus assinados pelos três jurados. Isso, para ele, reforça a pressão sobre os cozinheiros que, por outro lado, terão a oportunidade de voltar à atração. “Vamos promover repescagem”, garante.

No episódio de hoje, três cozinheiros serão eliminados. Nas duas provas iniciais serão divididos em dois grupos. O primeiro terá que reinventar a feijoada. Na segunda etapa, os outros oito competidores ficarão encarregados de cortar e preparar meia leitoa e aprontar receita com, no mínimo, duas partes do porco. Os piores de cada uma das provas serão eliminados.

Já a terceira reunirá os quatro cozinheiros que quase foram eliminados. Eles terão de encarar prova de serviço com Jacquin. Quem tiver o pior desempenho será o terceiro eliminado do episódio. Baseado no que presenciou, o chef francês conta que ficou surpreso com o alto nível dos candidatos. De acordo com ele, a competição será bem mais difícil. “Eles terão de jogar muito bem, principalmente nas provas de pressão de 20 minutos.”

Fogaça também acredita que os cozinheiros estão mais preparados desta vez. Mas avisa que haverá muita pressão. “Os profissionais devem ter determinação, criatividade e saber trabalhar em equipe.” Para Paola, o sabor e o amor à gastronomia são essenciais. “Muitos já têm restaurantes abertos, outros vivem de fazer eventos, de alimentar e de cuidar de pessoas. Sinto uma grande admiração pela coragem deles em correr o risco de serem avaliados por nós e pelos chefs convidados.”

Os dois finalistas terão premio de R$ 1.000 por mês, durante um ano, para compras em rede de supermercado. O vencedor vai ganhar R$ 200 mil, além de uma viagem para os Emirados Árabes, com hospedagem e direito a um acompanhante, além, claro, do tão sonhado troféu MasterChef.




Diário do Grande ABC. Copyright © 1991- 2018. Todos os direitos reservados