Band transmite ao vivo concurso das 27 mulheres mais belas do País

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Marcela Munhoz

O Miss Brasil – com regularidade e o formato que se conhece – existe desde 1954 (a baiana Martha Rocha foi a escolhida). Quem faturou ano passado foi Raissa Santana, do Paraná, que estará hoje, ao vivo, no palco do concurso para passar a coroa para uma das 27 novas candidatas. O evento, que começa às 22h30 na Band, vai acontecer em Ilhabela, Litoral de São Paulo.

Cássio Reis foi escolhido, pela terceira vez, para apresentar. O microfone será só dele. “Serei eu e as meninas duas horas ao vivo. Tento ser espontâneo, preciso deixá-las à vontade. Mas no ao vivo tudo pode acontecer”, conta ao Diário. Segundo Reis, a cada ano a tradicional competição tem evoluído. “Está se adequando mais à realidade, tem interatividade e isso fica claro com a interferência das redes sociais”. Por outro lado, as críticas também são implacáveis.

O próprio Cássio foi bombardeado na transmissão do Miss Universo, em janeiro, pelo comentário em relação à miss Canadá, mais cheinha em comparação às outras. O apresentador comenta: “Estava apenas me sentindo confortável e concentrado em torcer pela Raissa (que ficou no top 10).”

Embora seja algo que não combine com a luta por extinguir a ideia de corpos padronizados, o concurso dá audiência e continua exigindo mínimo de 1,68 metro de altura, 60 centímetros de cintura, 90 centímetros de quadril e busto. Ainda de acordo com o manual (Brand Book), as meninas devem ter entre 18 e 27 anos, não podem ser ou ter sido casadas, ou ainda ser mães.

Para Reis, a beleza não deixa de ser fundamental, mas não é só. “A miss precisa ser natural, especialmente no jeito de ser. Deve ter disciplina e carisma. Precisa saber exatamente o que está fazendo ali. É o começo de uma história que deve estar apta a contar”, conclui.




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