Começa a valer cobrança de bagagens pela companhia aérea Gol

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Marcela Munhoz

 Depois da Azul, que começou a cobrar para despachar as malas – no dia 1º – agora quem viaja pela Gol também está sujeito a entrar nas novas regras aprovadas pela Anac (Agência Nacional de Aviação) em março. A ideia da agência é a de que agora as tarifas para quem só leva bolsa de mão caiam. Mas não há garantias disso.

A Gol criou o termo Tarifa Light para quem não precisa despachar. Segundo a empresa, a passagem para quem optar por ela vai sair mais barata em comparação às outras. Além disso, a bagagem de mão pode ter até 10 kg (dobrou). Quem optar por despachar pode se encaixar nos termos programada e flexível, que permitem uma bagagem de 23 kg gratuita por pessoa.

Se o voo for nacional, o passageiro paga R$ 30 por mala se comprada pela internet – por meio do site, app, totem ou nas lojas da empresa fora do aeroporto – ou R$ 60 no balcão. Na segunda mala o valor sobre para R$ 50 (compra on-line) ou R$ 100 no check-in. A Gol informa ainda que é preciso comprar o serviço adicional de bagagens tanto para o voo de ida quanto para o voo de volta. Todos os clientes têm direito a reembolso integral ou crédito das bagagens não despachadas.

Se tiver excesso de bagagem, será cobrado R$ 12 por quilo a mais ou US$ 4 para viagens internacionais. Nenhuma peça pode ultrapassar 45kg em voos nacionais e 32kg em voos internacionais




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