É festa no Sesc

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Marcela Munhoz

 Passando por Estados como Ceará, Paraíba e Pernambuco, Cariri é considerado um oásis por conta da abundância de água em pleno Sertão. Já cantava Luiz Gonzaga: é um lugar para se deixar somente “no último pau-de-arara.”

O Sesc Santo André escolheu Cariri para fazer grande homenagem. E as crianças são as estrelas da festa. Do projeto É Tempo de Cabinha, por exemplo, fazem parte fotos, peças, shows e oficinas . Tudo para fazer o público mergulhar e aprender mais sobre a rotina das crianças daquela região, conhecidas por cabinhas.

Segundo a curadora, Gabriela Romeu, o objetivo é mostrar a história da mitologia do local. “Descobrimos que há infância cheia de histórias e manifestações populares que me trouxe uma sensação de que o tempo do sertão é o tempo de ouvir contos, algo que não temos mais na cidade”, explica.

O Inventário dos Cabinhas – Instalação de Poéticas da Infância do Sertão tem visitação gratuita e fica montado até domingo. No mesmo dia, tem apresentação da peça O Reisado da Borboleta, do Maracujá e do Pica pau, da Cia da Tribo. Às quintas, músicos com alguma ligação com o tema estão sendo convidados a se apresentar. A próxima atração, no dia 2, às 20h, é o cantor e violonista Chico Geraes.

Também com a mesma temática, o grupo de teatro As Caboclinhas, que comemora dez anos de trabalho, tem atividades no Sesc até 19 de fevereiro. No domingo, às 12h, elas apresentam Bem do Seu Tamanho. “Queremos levar proposta questionadora para o público. No dia 5, chegamos com Cora”, convida a atriz Geni Cavaltante. Os ingressos custam R$ 5, R$ 8,50 e R$ 17.




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