Dramas familiares cheios de bom humor

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Vanessa Soares Oliveira

 Quando se para com o objetivo de analisar quais são os gêneros cinematográficos mais produzidos nacionalmente, sem sombra de dúvida as comédias saem na frente. O brasileiro tem o dom de fazer piada das próprias desgraças e de qualquer outro assunto. Minha Mãe é uma Peça 2, que chega hoje às telonas, é uma dessas comédias que arrancam risos de verdade. Na região, o filme chega com sessões em todos os cinemas (confira tabela na página 3). São 1.000 em todo o Brasil.

O longa-metragem, que tem direção de César Rodrigues, teve a estreia antecipada em uma semana, para alegria dos fãs da franquia, que lotaram as salas de exibição em 2013, quando o primeiro filme foi lançado. Ao todo, 4,5 milhões de espectadores foram ao cinema conferir Minha Mãe é Uma Peça e aguardavam ansiosos a chegada da continuação da história de Dona Hermínia – interpretada por Paulo Gustavo.

A trama é leve. Com a capacidade de trazer risos frouxos ao espectador, o longa coloca em evidência muitos dramas vivenciados no dia a dia, pelo menos uma vez na vida, pela grande maioria das famílias, como a independência dos filhos quando atingem a vida adulta e seguem em frente sem a companhia dos pais, deixando para trás ninhos vazios.

Na história, Dona Hermínia ficou famosa, conquistou legião de fãs, mudou de endereço e de status econômico, mas por dentro continua a mesma. É mãe exigente e preocupada com o bem-estar e futuro dos filhos. Agora, ela tem que aprender a lidar com os novos dilemas dos herdeiros Marcelina (Mariana Xavier), que decidiu tentar a vida como atriz de teatro, e Juliano (Rodrigo Pandolfo), que se descobre bissexual. Para completar, a irmã Lucia Helena (Patrycia Travassos), que mora há anos em Nova York, resolve fazer uma longa visita e se hospedar na casa da coitada.




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