Juntos pela arte

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Vanessa Ratti

 É comum ouvir que as oportunidades para novos cant<CW28>ores e artistas entrarem no ramo são cada vez mais difíceis de serem conquistadas. Porém, dois elementos combinados podem ajudar nesta missão: o incentivo por meio de políticas públicas e a paixão pela profissão.

A cantora Anna Tréa, de Diadema, sempre gostou de música e teve uma ‘mãozinha’ das atividades socioculturais do Centro Cultural Canhema – Casa Do Hip-Hop. Aos 11 anos, começou a conhecer mais sobre música e teve o amor pela vida artística multiplicado. “Lá, pude estudar violão e fazia aula de artes plásticas, canto, DJ, grafite. Ficava lá o máximo de tempo”, conta Tréa ao Diário.

Além disso, nos poucos momentos em que estava em casa, podia contar com o apoio e a influência dos pais para a música. “A partir do momento em que comecei a tocar e compor, tinha certeza que seguiria. Minha mãe me ajudou muito nisso, tinha de ouvir que essa profissão não seria legal, mas ela me disse que apoiaria”, diz.

A cantora lançou o álbum Clareia – por enquanto o disco está disponível em plataformas digitais como Spotify, Deezer, YouTube, iTunes e Google Play –, que tem 11 faixas autorais e é chamado carinhosamente pela artista como ‘pop experimental afro’. Depois de turnê pela Europa para o lançamento do CD, a artista subirá ao palco do Itaú Cultural (Avenida Paulista, 149), em São Paulo, no dia 4, a partir das 20h. A entrada é gratuita.

O ESPAÇO
O Centro Cultural Canhema – Casa Do Hip-Hop (Rua 24 de maio, 38), em Diadema, inaugurado em 1999, é referência nacional devido ao trabalho que realiza, principalmente com o hip hop. Por ano, cerca de 300 alunos frequentam as aulas gratuitas de modalidades como teatro, circo, balé, artes plásticas, samba-rock, capoeira, dança de salão e fotografia digital. Mais informações pelo telefone 4075-3792.




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