Tapeçaria depende de liberação da Receita para voltar a Santo André

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Miriam Gimenes

 A tapeçaria de Roberto Burle Marx (1909-1994), um dos mais importantes patrimônios públicos e culturais de Santo André, deve voltar ao Salão Nobre da Prefeitura apenas na próxima semana. A peça, que estava exposta no Museu Judaico de Nova York desde maio, já retornou ao Brasil, mas aguarda liberação da Receita Federal para sair do aeroporto de Guarulhos rumo ao Paço.

Em reportagem publicada no dia 16 de setembro, a arquiteta da Prefeitura Erica Tortorelli, responsável pelas tratativas do empréstimo ao museu, disse que a previsão era de que a obra de arte, avaliada em R$ 3 milhões, seria reinstalada em seu chassi, que foi reformado para tanto, na quinta-feira (6). No entanto, o prazo não se concretizou.

Em nota, a Prefeitura justificou o atraso dizendo “que devido ao estado de greve dos auditores da Receita Federal, a liberação da mesma sofreu atraso. A documentação e vistoria da peça já foram aprovadas e aguardam apenas a inserção dos dados no sistema da Receita Federal, o que deverá acontecer em até 72 horas (a contar de ontem). A previsão é que a peça seja instalada no Salão Nobre do Prédio do Executivo na próxima semana.

Feito por uma empresa especializada em obra de arte, o transporte da peça segue todos os rigores – até com caixa especial – para que a mesma não sofra avaria. Esta é a terceira vez que o tapete sai em ‘viagem’. Já foi para Portugal, Rio de Janeiro e, na última vez, já restaurado, foi exposto no MAM (Museu de Arte Moderna) de São Paulo.




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