'No Fim do Túnel" chega hoje aos cinemas

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Vanessa Soares

O que classifica um bom suspense é sua capacidade de surpreender ao longo da narrativa. Obras deste gênero não podem, em hipótese alguma, ser previsíveis. O filme argentino No Fim do Túnel, que chega hoje aos cinemas, é um desses.

Na trama, Joaquín (Leonardo Sbaraglia) é cadeirante que vive em uma casa com ambiente sujo e escuro. Em um dia qualquer, quando menos espera, Beta (Clara Lago), que trabalha como stripper, e sua filha Betty, adorável garotinha que não fala, apesar de ter toda capacidade para isso, batem à sua porta devido a um anúncio para alugar um quarto. A presença das duas alegra a casa e dá novo ânimo a vida de Joaquín.

Após uma noite de trabalho no sótão, onde conserta computadores para se sustentar, o cadeirante escuta ruído na casa ao lado. Logo ele se dá conta que um grupo de ladrões, liderado por Galereto (Pablo Echarri), está construindo túnel que passa por baixo de sua casa.

É importante ressaltar que as produções do país vizinho vêm ganhando destaque no mercado cinematográfico e fama na América Latina. Para quem não se arrisca enfrentar duas horas na sala de um cinema a não ser que a produção seja norte-americana – o que, apesar de toda experiência nesse universo, não garante que seja bom –, está na hora de deixar o preconceito de lado. As chances de se arrepender são bem pequenas diante de toda criatividade de Rodrigo Grande (Cuestión de Principios), autor e diretor do longa.
 




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