Coletivo de Ribeirão Pires leva montagem ‘Palpitação’ para Capital

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Marcela Munhoz

 O que leva duas pessoas a ficarem conectadas por anos e anos? E o que acontece nesse meio-tempo no ambiente que as rodeia? Em Palpitação, oitavo espetáculo do coletivo Pequeno Teatro de Torneado, de Ribeirão Pires, a trama gira em torno dessas e de outras questões profundas e orgânicas. A montagem entra em cartaz hoje e segue até 19 de outubro, com apresentações às terças e quartas, no Espaço Parlapatões (Praça Franklin Roosevelt, 158), em São Paulo. Os ingressos custam R$ 40.

Na trama, um pescador e uma prostituta, a Dona Ana dos Camarões, estabelecem uma relação de anos a fio, enquanto isso, o vilarejo em que moram passa por processo de industrialização, levantando questionamentos sobre a expansão dos territórios e a influência dos processos de modernização diante da natureza e suas influências nos lugares intuitivos e afetivos do homem contemporâneo. “É um olhar para dentro de si. E palpitação é uma palavra muito retomada durante o texto, fala do aperto do peito, das angústias que não conseguimos lidar”, explica William Costa Lima, diretor e um dos atores da peça. Ele é acompanhado Pitty Santana.




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