Sol Nascente aposta em fé no amor

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Marcela Munhoz

 O começo de toda novela é como o início de uma paixão: o mistério do que virá pela frente dá frio na barriga, a curiosidade de conhecer os protagonistas aguça a vontade de acompanhar os próximos capítulos, é tudo tão fresquinho, tão intenso. Quando a trama é guiada pelo amor, então, fica mais atraente. Hoje, às 18h, o público vai ser apresentado a Alice e Mario, casal que conduzirá a história de Sol Nascente, na Globo.

Giovanna Antonelli e Bruno Gagliasso emprestam suas vidas aos amigos – ela, adotada pelo japonês Tanaka (Luis Melo), ele, parte da família italiana De Angeli, com Geppina (Aracy Balabanian) e Gaetano (Francisco Cuoco) – que se conhecem na infância e criam laços inseparáveis. É a velha questão da amizade que vira amor, e toda a confusão que isso pode causar nos corações envolvidos. “Acho que em todos os relacionamentos a amizade vem em primeiro lugar, depois vem o amor. É um processo natural. E quando Mario descobre que está apaixonado, vai fazer de tudo por Alice, porém, com ética e humanidade. Ele erra e acerta. Acredito que nesse caminho as pessoas vão torcer muito por ele”, conta Gagliasso ao Diário.

Antonelli também acredita que o casal – que tem diferença de idade (Mario é mais novo) – vai dar o que falar. “Alice é objetiva, racional, profissional, determinada e amável. E não vejo problema com essa coisa da idade. Meu marido, inclusive, é quatro anos mais jovem. Temos relação maravilhosa de amor e parceria”, diz a atriz, que está retornando à faixa das 18h. Ela estreou em Tropicaliente (1994), de Walther Negrão, um dos diretores de Sol Nascente. “É bom reviver isso”, conta.

Negrão divide a trama com Júlio Fischer e Suzana Pires. Ela afirma que o trio está preparado para fazer da nova história um sucesso, assim como foi a antecessora, Êta Mundo Bom!. “Temos história bem construída, com amor, amizade, música, motociclistas e que se passa numa cidade linda e aconchegante chamada Arraial do Sol Nascente. O público terá vontade de frequentar aquele lugar, sentir o cheiro do pão da padaria Pasta Pane, dos De Angeli, viajar de carona nas motos, ter a sensação de liberdade, mergulhar nas águas cristalinas. Então, torcemos para que o público embarque também na nossa trama”, convida.

Pires afirma que o Japão não é o pano de fundo nem se trata de história de imigração. Ela bate na tecla que o fio condutor é mesmo o amor. “O público pode esperar muita química entre Mario e Alice. Além disso, tem o César (Rafael Cardoso), um antagonista com várias nuances, ganancioso e sedutor ao mesmo tempo”, explica. Sol Nascente conta com nomes de peso como Laura Cardoso, além de Letícia Spiller e Marcello Novaes (Lenita e Vittorio), lembrando um pouco Raí e Babalu de Quatro por Quatro. Que venha a aventura, porque o coração já está palpitando.




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